A Coordenadoria Regional de Marabá, da Polícia Científica do Pará (PCEPA), conta desde julho de 2023 com o moderno Sistema Integrado de Comparação Balística (Ibis, sigla em inglês). Adquirido junto à Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), o aparelho é Integrado ao Sistema Nacional de Análise Balística (Sinab) e permite a análise automatizada de projéteis e estojos de munição, contribuindo para a elucidação de crimes com o uso de armas de fogo.
Desde sua implantação no município, o banco local já acumula mais de 1.000 casos cadastrados e 50 ligações confirmadas (HITs) — conexões entre armas de fogo e elementos balísticos encontrados em diferentes cenas de crime. Dentre os destaques, está um dos primeiros HITs interestaduais, registrado em outubro de 2023, conectando evidências entre os Estados do Pará (PA) e Mato Grosso (MT).
“Este marco histórico foi alcançado exclusivamente por meio da integração entre as centrais Sinab, demonstrando a autonomia e eficiência do sistema”, afirmou o perito Luiz Fernando Lobato, coordenador do Ibis em Marabá.
O Pará foi o primeiro Estado da Região Norte onde o Sinab foi implantado, com mais 5 Estados. O aparelho é o segundo adquirido para o Estado, sendo o primeiro instalado na sede do órgão, em Belém, em 2022. Atualmente, o Pará conta com 146 HITS e 2.524 inserções de casos, estando Belém na 13ª posição e Marabá na 19ª posição no ranking das cidades brasileiras que possuem o aparelho.
O processo de elucidação de um crime começa na coleta de projéteis e estojos deflagrados no local do ocorrido. A partir disso, o material passa por análises e em seguida é enviado ao Banco Nacional de Perfis Balísticos, plataforma que permite o confronto com amostras de outras localidades do Brasil
O perito criminal do Núcleo de Balística Forense e Administrador Local do Sinab em Belém, Tarcísio Carvalho, explica que o equipamento não dispensa a participação do perito criminal. “É um aparelho que exige a análise prévia do material recolhido em local do crime ou necropsia e de exames especializados em microscópios comparadores. Precisamos trabalhar bastante na seleção das peças e na análise delas. Após o trabalho, fazemos relatórios indicando a conexão entre os casos e enviamos para a autoridade solicitante”, explicou.
O diretor-geral da PCEPA, e perito criminal, Celso Mascarenhas, afirma que o aparelho é um investimento que transforma o modo de atuação da Polícia Científica. “A atuação da Polícia Científica deixa de ser apenas reativa, ou seja, dependente da solicitação dos órgãos competentes, passando a ter uma atuação muito mais ativa, sendo um instrumento de inteligência pericial”, afirmou o diretor.
Texto: Amanda Monteiro/Ascom PCEPA
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