Cumprindo pena no Brasil desde março de 2024 por estupro coletivo ocorrido na Itália, Robinho pediu à Justiça a diminuição de sua pena após a conclusão de um curso de eletrônica, rádio e TV, que foi feito a distância.
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) pede que a solicitação seja negada, já que o certificado apresentado pelo ex-jogador não atendeu a alguns requisitos mínimos, além de não haver anotação de frequência.
O juiz solicitou ao diretor do presídio informações para avaliar a viabilidade de um pedido relacionado à utilização de um curso para a redução de pena.
Robinho foi condenado a nove anos de prisão por estupro contra uma mulher albanesa em Milão, com a sentença definitiva sendo confirmada em janeiro de 2022.
Como o Brasil não extradita cidadãos, a homologação da sentença italiana foi solicitada e analisada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que verificou a conformidade com a legislação brasileira sem reavaliar o crime.
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