A Universidade do Estado do Pará (Uepa) aprovou seis projetos no Edital do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde/Informação e Saúde Digital (PET-Saúde Digital I&SD/2025), iniciativa do Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Educação, cujo resultado final foi divulgado na segunda-feira (9).
As propostas abrangem diversos campi da Uepa e refletem o compromisso da universidade com a inovação tecnológica, a inclusão digital e o fortalecimento da saúde pública na Amazônia. A Universidade ficou com a quarta posição em número de projetos aprovados, para serem desenvolvidos na capital, Belém, e nos municípios de Ananindeua, Cametá, Marabá, Santarém e Tucuruí, a partir do segundo semestre deste ano.
O PET-Saúde Digital 2025 é um programa voltado para a educação por meio do trabalho na área da saúde, com foco na transformação digital do Sistema Único de Saúde (SUS).
O objetivo é promover a integração entre ensino, serviço e comunidade, contribuindo para a qualificação da formação dos profissionais de saúde e no desenvolvimento de soluções digitais inovadoras que ampliem o acesso e melhorem a qualidade dos serviços oferecidos.
O projeto intitulado Inovação e Acesso: Estratégias Digitais e Formativas para Fortalecer a Gestão e a Assistência em Saúde no Contexto Amazônico, classificado em 4º lugar, foi proposto pelo Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), composto pelos cursos de Biomedicina, Enfermagem, Educação Física, Fonoaudiologia, Fisioterapia, Medicina, Saúde Coletiva e Terapia Ocupacional em parceria com os cursos do Centro de Ciências e Naturais e de Tecnologias (CCNT), Engenharia de Produção, Engenharia de Software e Design.
De acordo com Meibia Martins Sena, professora do curso de Terapia Ocupacional, do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), que coordena o projeto em Belém, a iniciativa propõe ações de ensino, pesquisa e extensão voltadas à formação profissional, ética nas novas tecnologias digitais e trabalho interprofissional.
Ela também explicou que serão realizadas ações educativas para o fortalecimento da governança em saúde digital, o letramento digital da população belenense no uso de tecnologias como o Meu SUS Digital, o diagnóstico de falhas de infraestrutura digital e conectividade nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Belém, a promoção do uso seguro de tecnologias, implementação do app “SUSBelém: Para onde devo ir?” e o desenvolvimento do Núcleo de Pesquisa e Inovação em Saúde Digital da Uepa.
Meibia Sena complementa que o PET Saúde/Informação e Saúde Digital busca a transformação digital do SUS. "O novo PET-Saúde/I&SD segue as diretrizes do SUS Digital e induz ao trabalho colaborativo em rede, a partir de grupos tutoriais formados por docentes, estudantes de cursos de graduação da saúde e outras áreas relacionadas à informação e trabalhadores do serviço de saúde com apoio das secretarias municipais de saúde".
"Esta edição inova ao integrar saúde, educação superior e técnica, tecnologia, pesquisa e inovação no SUS, com foco em formação crítica em saúde digital, desenvolvimento de soluções digitais e cultura de dados seguros. Desenvolver a elaboração do projeto foi desafiador, mas a construção coletiva fez com que o projeto tenha alcançado êxito e aprovado em boa classificação nacional".
Mais cinco campi da Uepa também tiveram projetos aprovados no edital PET-Saúde Digital 2025. O campus XXII, em Ananindeua, conquistou o 34º lugar com o projeto PET Saúde Digital Ananindeua: Fortalecendo Competências para a Transformação Digital no SUS. Em seguida, o campus XII, em Santarém, ficou na 42ª posição com a proposta Saúde Digital na Amazônia: Qualificação e Formação para a Inclusão Social. Já o campus XVIII, em Cametá, obteve o 61º lugar com o projeto Inclusão Digital no SUS: Tecnologia no monitoramento e cuidado às famílias de crianças com autismo na Amazônia. Já o campus VIII, de Marabá, alcançou a 67ª colocação com a iniciativa Informação e Saúde Digital: Sistema Integrado de Análise e Monitoramento Epidemiológico de Doenças Tropicais com Atualização Contínua em Marabá/PA. E, por fim, o campus XIII, em Tucuruí, garantiu o 74º lugar e vai desenvolver o projeto PET-Saúde Amazônia Digital.
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