Cenas fortes, revoltantes e testemunhais da violência que estão sujeitas muitas mulheres ganharam o noticiário nesta semana. As imagens fortes não só sensibilizam como agridem a qualquer um.
A juíza responsável pela audiência de custódia do boxeador Igor Eduardo Cabral, de 29 anos, não conseguiu assistir até o fim o vídeo que registra a agressão contra Juliana Garcia dos Santos Soares. As imagens mostram a mulher sendo agredida com 61 socos dentro de um elevador e foi decisiva para que a prisão preventiva de Igor fosse mantida.
Juliana sofreu múltiplas fraturas faciais e se alimenta apenas com líquidos e alimentos pastosos. Em entrevista à uma emissora de TV, ela contou que a juíza “não teve estômago” para assistir o vídeo até o final. A agressão ocorreu após uma discussão motivada por ciúmes, quando Igor acusou Juliana de traição e jogou o celular dela na piscina.
Após isso, o ex-jogador atacou a vítima no elevador, iniciando uma sequência de agressões violentas.
“Ele disse que eu ia morrer e começou a me bater. Não apaguei, mas também não estava consciente para lembrar o que ele falou naquele momento", relatou a vítima durante a entrevista.
Os laudos médicos apontam fraturas em várias partes do rosto de Juliana, incluindo o nariz, mandíbula e região da têmpora. O procedimento de reconstrução facial, que estava previsto para o dia 29 de julho, teve que ser adiado devido ao inchaço nas áreas afetadas. Ela será reavaliada até o fim da semana para definir a nova data do procedimento.
Ainda no depoimento, Juliana expressou a dor de ter sido agredida por alguém que considerava parte da família. Ela também aproveitou a oportunidade para alertar sobre os sinais de abuso em relacionamentos e a importância da prevenção de violência doméstica.
“Eu nunca imaginei que passaria por isso. A violência começa com palavras e gestos, mas pode se transformar em algo ainda pior. As mulheres precisam entender os sinais e se proteger”, declarou a vítima.
Igor Cabral tem passagens pelo boxe e foi atleta olímpico nos Jogos da Juventude de 2014. Ele foi preso preventivamente e, após a repercussão da agressão, apagou as redes sociais. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, que o trata como tentativa de feminicídio.
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