Se encontra recolhido no Centro de Detenção e Ressocialização de Redenção, à disposição da Justiça, Júlio Cézar Brito da Silva, de 31 anos, acusado de feminicídio. Ele foi preso no último dia 14 de agosto, em cumprimento a mandado de prisão preventiva expedido pela Vara Criminal de Redenção.
A prisão foi efetuada por agentes da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam), vinculada à Superintendência Regional de Polícia Civil do Araguaia Paraense, com sede em Redenção.
Júlio Cézar é acusado de assassinar a companheira, a jovem Thilvi Santos Lisboa, de 27 anos, em um crime motivado, segundo a investigação, por ciúmes excessivos.
O crime ocorreu no dia 10 de agosto de 2024. Na ocasião, Thilvi foi levada a uma unidade hospitalar de Redenção com indícios de tentativa de suicídio. No entanto, a versão inicial foi descartada após as investigações apontarem sinais claros de violência, confirmados por exame necroscópico realizado pelo Centro de Perícias Científicas Renato Chaves.
As apurações conduzidas pela Deam revelaram que o relacionamento do casal era marcado por discussões constantes e episódios de ciúmes por parte do acusado. Os indícios reunidos pela polícia comprovaram que Thilvi foi assassinada pelo próprio companheiro.
Quase um ano após o crime, a Justiça decretou a prisão preventiva do investigado, que acabou sendo localizado e preso pelos agentes civis. A captura do acusado foi recebida com alívio e comoção pela família da vítima, que lutou incansavelmente para que o caso fosse esclarecido.
Em nota emocionada, uma familiar relembrou a trajetória de Thilvi e lamentou a forma trágica como sua vida foi interrompida:
"Foram longos dias de busca pela verdade. Ela jamais tiraria a própria vida. Era cheia de garra, coragem, alegria e estava prestes a concluir o curso de enfermagem, profissão pela qual era apaixonada. Também trabalhava como perfuradora e sonhava em construir sua carreira. Meu pai estava finalizando a casa dela, onde seguiria com seus projetos e sonhos. Repentinamente, tudo isso foi tirado de nós. Ela amava viver e tinha muito a realizar."
Com a prisão, Júlio Cézar Brito da Silva permanece à disposição do Poder Judiciário e poderá responder judicialmente pelo crime de feminicídio, uma das formas mais graves de violência contra a mulher.
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