O Programa Dinheiro na Escola Paraense (Prodep), iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) já repassou, em 2025, mais de R$ 50 milhões para escolas paraenses estaduais para a garantia do desenvolvimento na estrutura física e pedagógica da comunidade escolar.
O Prodep reflete diretamente na qualidade de ensino e gera autonomia aos gestores, em parceria com Conselhos Escolares das unidades de ensino, para administrar o recurso, conforme a necessidade de cada estabelecimento de ensino. Em Marabá, Região de Integração Carajás, o Programa se concretizou e fez de um sonho antigo uma realidade para os mais de 670 alunos matriculados nos três turnos da Escola Estadual de Ensino Integral Gabriel Sales Pimenta, localizado no bairro Morada Nova. A climatização do espaço foi motivo de muita alegria e melhora no desempenho educacional de alunos, professores e servidores.
Para o titular da Diretoria Regional de Ensino de Marabá (DRE) de Marabá, Magno Barros, o programa é de grande importância, pois além de mais qualidade, conforto e comodidade para todos que atuam diretamente nas escolas, reflete no desempenho pedagógico.
“É um salto histórico. Os conselhos escolares têm demonstrado agilidade e competência na aplicação desses recursos, e os resultados já são visíveis: as benfeitorias estão mudando a cara das nossas escolas, trazendo mais dignidade para alunos e servidores”, explica Magno Barros.
Repercussão – Para Carlos Henrique, um estudante de 17 anos, a instalação de ar-condicionado nas salas de aula melhorou significativamente o ambiente de estudo. “Antes, os alunos sofriam com o calor e buscavam constantemente sair da sala. Agora, com as salas climatizadas, a concentração e o aprendizado foram aprimorados, com todos preferindo ficar dentro da sala para estudar”.
Quem também destaca esses avanços refletidos pelo programa é o diretor da unidade de ensino, Paulo Fabrício Lima. Há três anos à frente da escola, ele avalia significativamente os avanços estruturais.
“É essencial o recurso do Prodep, pois dá autonomia para os gestores poderem administrar esse recurso, conforme a necessidade da escola. Então, antes o que era um sonho hoje é realidade. Todas as salas de aulas climatizadas agora no 2º semestre, também os ambientes administrativos, sala de professores e, principalmente, prezando pela qualidade do estudo e qualidade do aprendizado do nosso aluno”, resume o gestor.
O professor de Língua Inglesa, Francisco Balbino Sousa, trabalha na escola desde 2019 e relata que os problemas de infraestrutura afetavam diretamente o desempenho dos alunos
“Antes a escola enfrentava condições desfavoráveis ao ensino, as salas eram quentes e as condições insalubres de trabalho, com a instalação das centrais de ar, houve uma melhora e mais conforto e, logicamente, há um aproveitamento maior na qualidade de ensino”.
Texto: Emilly Coelho
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