Por conta de boatos que circulam pelas redes sociais nos últimos dias, o Ministério de Minas e Energia se pronunciou oficialmente sobre a volta do Horário de Verão no final de 2025 e início de 2026.
Segundo informe, o horário de verão no Brasil não será retomado em 2025. Mesmo com uma "chuva de especulações", o governo Lula garante que não considera, neste momento, a retomada do horário de verão.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, reforçou publicamente que o retorno desse mecanismo só ocorreria em caso de real necessidade do sistema elétrico nacional.
O horário de verão consiste no adiantamento dos relógios em uma hora, para aproveitar mais a luz natural e reduzir o consumo de energia nos horários de maior demanda.
A medida começou a ser adotada no Brasil em 1931, mas esteve em vigor de forma intermitente ao longo das décadas.
Segundo o Governo Federal, o horário de verão tinha como principal objetivo reduzir o consumo de energia elétrica ao aproveitar melhor a luz natural, adiantando os relógios em uma hora.
Nos últimos anos, porém, os hábitos de consumo mudaram, com o pico de energia passando a ocorrer no período da tarde. Com essa mudança no padrão de consumo, a medida deixou de gerar os resultados esperados e perdeu sua justificativa do ponto de vista do setor elétrico.
Quando em vigor, o horário de verão era aplicado nos seguintes estados e região:
O Ministério de Minas e Energia (MME) negou na quinta-feira (18) a suposta confirmação de retorno do horário de verão neste ano, após especulações circularem em portais na internet.
A pasta repetiu que o tema é "permanentemente avaliado" e reafirmou que há pleno atendimento de energia até fevereiro de 2026, conforme avaliação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).
As condições dos reservatórios são favoráveis, de acordo com o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). O colegiado vê normalidade ao longo do período seco. Ainda de acordo com a avaliação, a situação é melhor do que no ano passado, quando houve seca histórica.
No período seco, além da menor participação da fonte hidrelétrica na geração de energia, com o cenário escasso de chuvas, a elevação da temperatura acarreta o aumento do consumo devido ao uso de aparelhos de refrigeração nas madrugadas.
Ou seja, a demanda fica muito pressionada no momento em que a oferta está reduzida.
Na semana passada, o CMSE citou que poderão ser adotadas medidas alternativas para garantir a segurança do sistema:
O ministro Alexandre Silveira tem reforçado que o retorno do horário de verão só ocorreria se o sistema interligado nacional, em função do período seco, exigisse tal medida para aliviar a demanda em horário de pico.
A pasta mantém o tema sob avaliação permanente, monitorando constantemente as condições do sistema elétrico nacional para tomar decisões baseadas em dados técnicos.
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